quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Programa Mais Um na Banda 01 - part. Alexandre Cumino




Saravá Umbanda…

Saravá Irmãos…

Neste vídeo, nós do Mais Um na Banda, tivemos a participação mais do que especial do nosso amigo, irmão Alexandre Cumino.

Abordamos diversos assuntos, em destaque para o que é Umbanda na visão de Alexandre Cumino, a importância do estudo, a liberdade que a Umbanda trás para nós umbandistas, entendermos a nossa essência e descobrirmos nossa verdade para que possamos viver ela.

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terça-feira, 26 de julho de 2016

EM AGOSTO!!!! ESTAMOS CHEGANDO

SARAVÁ UMBANDA...

SARAVÁ IRMÃOS...

ESTAMOS CHEGANDO...

EM AGOSTO ESTRÉIA O MAIS UM NA BANDA...

SEU NOVO CANAL DE UMBANDA!!!!



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NÃO PERCAM...

CONTEÚDO DE PRIMEIRA, DIVERSAS ENTREVISTAS COM VÁRIOS IRMÃOS, SACERDOTES DE UMBANDA...

PAZ E LUZ...

AXÉ!!!

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Em BREVE



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terça-feira, 21 de junho de 2016

Umbanda e os Guias Protetores



por Pablo Araújo de Carvalho, mais Um na Banda!

Caboclo é um grau espiritual, grau este que simboliza juntamente com o grau preto-velho, um dos maiores graus da Umbanda, onde um espírito ao ser integrado em uma dessas duas linhas, é porque já deu provas de seu despertar consciencial e comprometimento com a Lei Maior e a Justiça Divina, tornando-se instrumento de Deus e uma extensão da Sua misericórdia divina. 

A Umbanda Batizou um de seus graus da lei na luz com o nome de Caboclo, pois vira nesses povos donos dessa terra chamada Brasil, a pureza, a paz o respeito pelas divindades da natureza a qual cultuavam com amor e devoção e mesmo tendo suas terras invadidas e seus filhos e filhas mortos pela ganância do branco europeu, nunca viraram a suas costas para Tupã (Deus) e nunca deixaram vergar sua fé nas divindades naturais se compadecendo daqueles que inebriado pela ilusão do poder e da riqueza que a terra oferecia de graça, mataram o bem maior que é a vida daqueles guardiões da natureza que eram os índios que nessa terra eram donos antes dos europeus toma-las e contamina-las com seus vícios anti-naturais que manchavam e causavam horror nas mentes e sentimentos naturais daqueles povos. 

A Umbanda batizou um de seus maiores graus na luz chamando-os de caboclos, pois viram nesses povos seres impares que se entregaram de corpo e alma para vivenciarem sua fé Em Tupã (DEUS) e nas suas divindades da natureza conquistando seus graus naturais através da pureza que irradiavam. Para ser caboclo é necessário que sua alma seja pura, ao ponto de invadirem suas terras (sentimentos) matarem seus sonhos (ideais) e ainda sim não anularem o amor que tem em Deus e na sua criação. Para ser caboclo temos que estar sempre apto a perdoar, sabendo que todo e qualquer sentimento contrario a Deus, é somente a ausência do Pai, tal como o ódio é a ausência do amor, e assim agindo como o pai amoroso e sábio que pega em nossa mão e preenche o vazio do amor, anulando o ódio e nos recoloca novamente de frente para o nosso Divino Criador que é amor puro. Para ser caboclo é necessário suicidar o nosso ego, transformando o nosso desejo em uma vontade maior do Criador. Para ser caboclo é preciso amar sem condição e sem contrato, ou seja, amor pelo amor. Para ser caboclo é integrar-se à Deus e como uma extensão de seu mistério da vida amparar aqueles que até ele chegam com fé, amor, conhecimento, razão, ordem, evolução e geração, sendo para todos o balsamo e o lenitivo para suas dores da alma e do corpo. 

Ou seja, ser caboclo é ser humano no mais alto conceito que esta palavra pode ter. Sarava os Sagrados Caboclos, espíritos humanos excelsos que humanizaram Deus e Divinizaram o Humano tornando O Ser Humano o que realmente Ele é: uma Centelha Viva de Luz por onde Deus o Divino Criador se manifesta através do verdadeiro ato humano que é aquele que diviniza o ser e que desperta as virtudes divinas que brotam de nosso intimo como um arco-íris divino a iluminar os caminhos de tudo e todos que se perderam na escuridão de seus atos desumanizadores. 

E Caboclo, Preto-velho, Boiadeiro, Baianos, Marinheiro, Exus e Pomba-Gira são graus evolutivos da umbanda, pois tal como no exército os graus são distribuídos como patentes hierarquizando desde o grau iniciante tal como soldado até o maior grau que é o de general. Esses nomes que simbolizam graus evolutivos na Umbanda, são na verdade homenagens no qual a espiritualidade superior nomeou seus graus de luz, lei e vida assim que a Umbanda foi pensada e criada por mentais divinos responsáveis pela evolução dos seres, nós inclusive.

E a Umbanda como é uma religião genuinamente brasileira, a cada um de seus graus simbólicos por onde manifestam-se milhões de espíritos, batizou com um grau nomeando-os com raças, povos, comunidades e culturas de estados brasileiros que enalteceram e de alguma forma contribuíram de forma positiva no inconsciente coletivo, povos que traziam em seu íntimo a força, a resignação, a moral e a honestidade do sertanejo tal como o Grau Boiadeiro, povos que traziam em seu íntimo a alegria e a devoção aos seus santos e orixás, que mesmo perseguidos por sua cor, sua cultura e sua religião, não se deixaram fraquejar diante dos obstáculos e permaneceram fieis aos seus sagrados orixás. A esses povos e cultura a Umbanda homenageou com os alegres, verdadeiros e sinceros Grau Baianos e Baianas. 

Povos que traziam em seu íntimo a calma, a alegria, a paciência, a simplicidade e o desprendimento material, a esses a umbanda homenageou com o Grau Marinheiro, os antigos pescadores de peixe e agora pescadores de almas, ensinando-nos a jogar fora o que pesa em nosso barco e ficar somente com o essencial que são as virtudes divinas que não pesam em nossa alma. 

Povos que traziam em seu íntimo a pureza e a generosidade herdadas pela sua mãe terra, no qual os povos indígenas herdaram, e como nosso mestre Jesus disse: “só os puros de coração herdarão o reino do céu”, assim os indígenas mesmo estando encarnados já eram donos do céu, pois sua pureza e amor pela criação os graduaram como legítimos senhores da luz. 

Povos que traziam em seu íntimo a bondade e misericórdia e que mesmo no cativo sofrendo a violência daqueles devotos de Jesus com os olhos tão azuis, não se vergaram e nem enfraqueceram sua fé em Olorum (Deus) e em Yoruba pronunciavam a mesma frase que no calvário o mestre Jesus pronunciou: “Pai perdoai-vos porque eles não sabem o que fazem” e o negro velho com o seu olhar distante mas cristalino dizia: “Olorum dári ti won ko ba ko mo OHUN se” e tal como Jesus no calvário, eles também foram sentar-se a direita de Deus, porem em bancos simples feitos de madeira, feitos com todo carinho e zelo por um humilde carpinteiro chamado Jesus, e Eles ao verem aquele senhor de barbas longas e olhos azuis disse: meu sinhozinho como posso servi vassuncê, E Cristo derramando lagrimas de seus olhos tão azuis, disse: sente-se nesse banco que eu mesmo fiz para vocês. E o preto-velho disse: não sinhô, preto veio num pode sentá em banco de sinhô. E Cristo disse: meu irmão aqui não sou senhor e o único senhor a quem nós servimos e a tudo criou é generoso com aqueles que o serviram com tanto amor ao ponto de amar sua criação e todas as suas criaturas. 

Meus amados pais velhos o tempo do cativeiro acabou. E o negro-velho chorou de alegria e dançou a dança sagrada do Divino Orixa Oxala que é a dança da paz e da plenitude e Jesus se alegrou e dançou a dança da criação, da plenitude e da paz e após dança-la e se alegrar, disse: Vamos amados irmãos anciões. E o preto velho respondeu: para onde? Para morada do pai que fica no alto do altíssimo, e de lá iluminar os passos dos nossos irmãos para que num dia radiante todos venham a derramar lagrimas de felicidades e dançar a dança do Divino Pai Oxalá que é a dança sagrada que traz em sí a paz e a plenitude eterna, libertando-se dos seus calvários e cativeiros transitórios para alçarem voo para luz. E eles se foram.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Pomba Gira não influencia a sexualidade




por Fabio Silva, mais Um na Banda!

É extremamente inadmissível acreditar que um médium do sexo masculino ou feminino possa no decorrer de algumas incorporações alterar a sua sexualidade, pelo simples fato de incorporar esse ou aquele guia.

Incorporar um guia espiritual de luz é muito bom, pois cada qual traz a sua essência,conhecimento e palavra de conforto, o Baiano traz a sua alegria e movimento, o Caboclo traz todo seu conhecimento de doutrinação e aconselhamento, os Eres trazem toda alegria e renovação, os Ciganos trazem a palavra de união em família, amor e prosperidade, o Exu traz a energia da vitalidade, a Pomba Gira traz todo um conhecimento de não baixar a cabeça para os problemas e ir adiante em seus propósitos, e uma energia que nos dá estimulo.

Infelizmente existe pessoas que acreditam que esse tal mudança acontece quando um médium começa a incorporar um guia do sexo oposto, já cansei de ouvir de pessoas que não são do meio umbandista e até mesmo adeptos da própria religião acreditar que com o tempo o médium vai ficando afeminado por incorporar Pomba Gira.

Se fosse assim uma médium mulher que incorpora Exu também mudaria sua sexualidade?

Absolutamente errônea esta informação, de maneira alguma seja qual for o guia espiritual de luz faria essa tal transformação, na maioria das vezes o médium usa deste momento da incorporação Pomba Gira para dar vazão aquilo que já existe em seu íntimo, e é justamente neste momento que fica fácil para o médium extravasar aquilo que ele ainda não está preparado para assumir.

Posso falar por mim que já incorporo a Pomba Gira a anos e nunca tive problema algum quanto a mudança de comportamento acerca da minha sexualidade, isto também vale para todos os guias, exemplo da minha esposa que trabalha com Exu, nem por isso ela mudou o tom de voz ou sexualidade.

Mas além disso tudo existe médiuns que não se sentem bem com a incorporação de Pomba Gira, talvez por desconhecer, vergonha da consulência ou a forma a qual ele foi criado possa bloquear o trabalho maravilhoso deste guia espiritual que é Pomba Gira.

Salve Pomba Gira de Oxum

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Deus É O Que Você Concebe Como Deus!


por Jack Flwr, mais Um na Banda!

Quando estou num ritual religioso, quero sentir e receber as bênçãos do Alto, do Nosso Divino Pai Criador. Quero falar Dele, por Ele e com Ele. Quero viver a religião. Quero me religar com o Divino que temos em nosso intimo. Quero ascender. Evoluir. Crescer. Me curar.
Peço licença!
Peço benção!
Peço força!
Peço luz!
Peço firmeza!
Peço Saúde!e no dia a dia, tento constantemente manter-me dentro desta vibração e aplicar os ensinos recebidos, o que nem sempre consigo, mas a perseverança permanece!
E ao Alto o que posso oferecer é:
A tentativa de andar sempre no caminho reto de Deus;
O Amor para com o próximo, mesmo que ele (este próximo) me envie ódio e outras formas de energia negativa;
O respeito ao caminho de todos os meus irmãos, quer eles me joguem pedras ou flores;
Minha devoção que me direciona, pois, sinto e vivo, além da religião terrena que sigo, o caminho que enxergo como sendo o religar-se ao Alto do Altíssimo e isso é religiosidade que transcende a religião!
Deus é meu Pai!
Deus é também minha Mãe (em seu princípio gerador)!
Deus é minha fortaleza!
E no caminho que sigo, Ele tem representantes de Seus Mistérios aos quais chamo Orixás, guias, mestres e mentores espirituais!
Se você deseja ligar-se a Deus, ao entrar no templo onde vive sua religião sinta e fale com Deus.
Não permita que usem este nome sagrado para incitar ódio e violência alheia.
Não deixe que maculem sua essência, sua Alma, com sujidades mundanas de gente mesquinha, chula, pobre (não falo de bens materiais), gananciosa e enganadora.
Deus, que é O criador de Tudo, de todos e do Todo, não poderia permitir que fossemos todos iguais e, por isso, através de Sua imantação Dourada, Pura e Divina, sustenta a existência no plano terreno permitindo diversas formas de ligar-se a Ele.
Existe Deus em você, antes de qualquer religião.
Existe Deus em tudo!
Respeito é dom divino.
Respeitar é andar sob Seu amparo!
Tem Deus em igrejas evangélicas. Tem Deus em templos católicos. Tem Deus numa reunião de amigos. Tem Deus no chão de terra de uma Tenda. Tem Deus na tua casa. Tem Deus em ti. Tem Deus em Krishna e em Buda. Tem Deus nas matas e nas ordens iniciáticas!
Realmente me entristece e dói ver tantos irmãos religiosos não conseguindo fundamentar a própria religião e, assim, em sua ignorância, em nome de algo que eles chamam “deus” (não merece o respeito de uma inicial maiúscula), gerar tanto ódio, medo, desrespeito, mentiras e dor. Enquanto os seguidores doam até mesmo valores que não tem, os mercadores da fé andam em carros importados, ostentam jóias e residências luxuosas.
Tire o cabresto astral que lhe foi colocado!
Viva SUA religião de forma Verdadeira e pessoal e tenha, enfim (e só assim), a benção do Pai.
Deus é o que nós concebemos como Deus e não o que o outro diz que é!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Umbanda, Sua Verdade!?



por Cristiano Trevelino, mais Um na Banda!
Ditado pelo Caboclo Tupinambá 


Salve fios!

Esse caboclo está a cá para falar um pouco sobre a religião de ocêis.

Muitos de ocêis fios, quando procuram um terreiro, uma casa de caridade e decide ingressar em uma casa para se desenvolverem, para conhecer aquilo que vos tocou, aquela que ocêis julgam em primeiro momento ser a religião de ocêis, chegam cheio de dúvidas, cheios de vontade de aprender, de beber daquela água.

O Problema é que muitas vezes, ocêis vão com muita cede ao pote, e acabam derrubando toda a água que tinha ali, ocêis atropelam as coisas e já querem logo ter a experiência da primeira incorporação, e quando ocê incorpora pela primeira vez, já sai achando que pode tudo, que pode ajudar a todo mundo, e que aquele espírito que se manifestou ali vai poder te auxiliar em tudo, a partir daquela sua primeira vez.

A vontade desses fios incorporar é muito grande, esse caboquero intende, mas é necessário intendedor, aprendedor e executar tudo aquilo que cerca sua religião antes da incorporação, as formas de se portar num terreiro, as regras do terreiro, as condutas que se deve ter num terreiro, quais são os rituais e fundamentos daquela casa, procura intendê a religião para depois ocêis pode partir pra prática da incorporação.

Quando ocê intende tudo isso, você se torna um médium respeitoso com sua casa, com seus irmãos de fé, com seu pai e mãe espiritual, com a espiritualidade e principalmente com ocê e com aqueles que te protegem.

Pois há de se ter muito cuidado quando ocê começa a conhece seus irmãos, pra que ocê não confunda aquilo que te fez ir buscar a religião, seus princípios religiosos, pois quando se entra em uma casa, ocê num entra pra conhecer pessoas, ocê entra pelo sagrado, ocê entra pela aquela verdade que tocou na sua essência, por isso é necessário ter a consciência do que você está fazendo lá, o que te fez entrar naquela casa, o que te fez querer ir em busca dessa sua verdade religiosa.

Numa casa de umbanda, há de se ter muito respeito, assim como se tem em outras casas religiosas, há de se ter compaixão com seu irmão, há de se ter comunicação, mas também há de se ter o silêncio, pois ali todos estarão para rezar em conjunto, para se ter o contato com a espiritualidade e isso requer muita humildade, sabedoria e respeito, pois também há de se entender que ninguém é melhor que ninguém, o que pode acontecer é ter funções diferentes e específicas para cada um, mas todos são iguais.

Portanto meus fios, esse caboquero num vai se alonga mais, esse caboquero convida a todos para refletirem sobre sua verdades, sobre sua essência religiosa, sobre a umbanda na sua vida, sobre sua postura perante a religião, perante ao Pai Maior, perante aos seus guias, mestres e mentores espirituais, perante ao seu terreiro, aos seus irmãos de fé e ao seu pai e mãe espiritual.

Ocê tá praticando o que sua religião ensina?

Ocê respeita sua religião e tudo que a cerca?

Ocê se respeita?

Então que Pai Maior possa abençoar a todos, que a mãe natureza abençoe!

Salve meus fios!

Caboclo Tupinambá!